
Quando Bad Bunny apareceu no Super Bowl, não foi apenas a presença do astro latino que chamou atenção nos bastidores do evento mais assistido do mundo. Para quem observa moda e relojoaria com olhar treinado, um detalhe falou mais alto do que qualquer look: o relógio em seu pulso.
Discreto para o grande público, mas imediatamente reconhecível entre colecionadores e especialistas, o acessório escolhido por Bad Bunny reforçou algo que o artista já vem construindo há anos — seu status como referência global de estilo e luxo contemporâneo.
+ Novo relógio de mesa da Louis Vuitton custa mais que carro de luxo
Um Audemars Piguet que não passa despercebido para quem entende
O relógio usado por Bad Bunny é um Audemars Piguet Royal Oak, modelo que ocupa um lugar quase mítico na alta relojoaria suíça. Criado nos anos 1970, o Royal Oak redefiniu o conceito de relógio esportivo de luxo e, hoje, é um dos itens mais desejados do mercado.
A versão vista no Super Bowl chama atenção por um detalhe raro: o mostrador em malaquita, uma pedra natural de tom verde profundo, cujos veios tornam cada peça absolutamente única. Não existem dois mostradores iguais — um luxo silencioso que não depende de logotipos ou exageros.
Produzido em ouro amarelo 18 quilates, o modelo une tradição, ousadia e exclusividade, três códigos que dialogam diretamente com a estética de Bad Bunny.

Quanto custa o relógio de Bad Bunny?
No mercado internacional, versões do Audemars Piguet Royal Oak com mostrador de malaquita podem ultrapassar facilmente a casa dos US$ 70 mil (aproximadamente R$ 365 mil), especialmente quando negociadas fora do varejo tradicional. Em revendas especializadas e no mercado secundário, esse valor pode subir consideravelmente, dependendo do estado da peça e da demanda.
Não é apenas um relógio — é um ativo de colecionador.
Por que essa escolha diz tanto sobre Bad Bunny
Diferente de celebridades que optam por relógios maximalistas ou cravejados de diamantes, Bad Bunny segue um caminho mais sofisticado: luxo para quem sabe reconhecer. A escolha de um Royal Oak com pedra natural indica familiaridade real com o universo da alta relojoaria, não apenas com o status que ela representa.
É o tipo de acessório que conversa com CEOs, colecionadores e insiders — e não com vitrines óbvias.
O Super Bowl como vitrine do novo luxo
Mais do que um evento esportivo, o Super Bowl se consolidou como uma das maiores vitrines culturais do mundo. Aparições estratégicas, looks calculados e acessórios escolhidos a dedo fazem parte da narrativa.
Nesse cenário, o relógio de Bad Bunny funcionou como uma assinatura silenciosa: menos ostentação, mais substância. Um luxo que não precisa ser explicado — apenas reconhecido.
Fique por dentro das novidades pela nossa página no Facebook.
