
A Chanel voltou ao centro das atenções com uma criação que desafia padrões tradicionais — e reacende um debate relevante dentro da moda de alto padrão.
Durante um desfile recente, a Chanel apresentou um modelo que rapidamente se tornou um dos mais comentados da temporada: uma sandália que praticamente dispensa a sola, deixando o pé em contato direto com o chão.
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A proposta, ao mesmo tempo minimalista e provocativa, levanta uma questão inevitável: até que ponto a funcionalidade ainda é essencial no luxo contemporâneo?
Um design que desafia a definição de calçado
O modelo rompe com a estrutura clássica de qualquer sandália. Em vez de uma base sólida, o design aposta em elementos reduzidos ao essencial:
- suporte metálico no calcanhar, com acabamento refinado
- tiras finas que envolvem o tornozelo
- aplicações com estética próxima à alta joalheria
- construção artesanal, característica da Chanel
Na prática, a peça se aproxima mais de um acessório conceitual do que de um calçado funcional.
Quanto custa uma peça como essa?
A Chanel não divulgou oficialmente o preço — algo comum para itens apresentados em passarela. No entanto, é possível estimar o posicionamento com base em produtos similares da marca.
Sandálias da maison costumam variar entre €1.200 e €1.800
Considerando o caráter experimental e o potencial de edição limitada, especialistas do setor apontam que uma eventual versão comercial pode ultrapassar os €1.800, dependendo dos materiais e da exclusividade
Peça de desfile ou produto de mercado?
Nem todas as criações apresentadas nas passarelas chegam às lojas — e isso faz parte da estratégia das grandes maisons.
Itens como esse cumprem funções específicas:
- expressar direção criativa
- reforçar identidade de marca
- gerar repercussão global
- dialogar com um público altamente exclusivo
Mesmo sem ampla comercialização, a peça já cumpre um papel central no posicionamento da marca.
A reação: entre fascínio e questionamento
A repercussão foi imediata e diversa.
Enquanto parte do público enxerga inovação e liberdade criativa, outra levanta questionamentos sobre usabilidade e propósito. O debate, no entanto, não é novo — e costuma acompanhar propostas mais experimentais da alta moda.
Nesse cenário, a sandália da Chanel se torna mais do que um produto: um ponto de discussão sobre os rumos do luxo.
O que essa peça revela sobre o novo luxo
A criação se insere em um movimento mais amplo da indústria:
- valorização do conceito sobre a função
- aproximação entre moda e arte
- foco em exclusividade e narrativa
Mais do que atender a uma necessidade prática, peças como essa refletem uma mudança de perspectiva: o luxo passa a ser definido também pela experiência, pela ideia e pelo impacto cultural.
Funcionalidade ou expressão?
No fim, a sandália sem sola não busca respostas simples — ela propõe perguntas.
Ela pode não ser pensada para o uso cotidiano, mas cumpre com precisão um papel essencial na moda de alto padrão: provocar reflexão, gerar desejo e marcar posição criativa.
E é justamente essa dualidade que mantém a Chanel no centro das conversas globais sobre luxo.
Este conteúdo foi criado com auxílio de IA e revisado pela equipe editorial.
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